quinta-feira, 26 de março de 2015

Texto: Amarras

Fonte: www.tumblr.com

E dessas cordas e amarras, faço a graça do mundo todo. Pulo, me equilibro, enfeito e encaro. Sei sim para que servem, mas prefiro pular, prefiro assim. Sou rodopio de vento, riso frouxo desentoado; não faço o menor sentido, pois eu sinto até demais. Sou indigesta por digerir as dores e os azedumes dessa vida! Faço pouco da infelicidade e não a recebo nem que venha num embrulho de ouro! Eu engulo a seco, mas ando sorrindo, crendo em dias mais azuis e em sóis mais amarelos... Estruturalmente inversa, mas tão firme... "Empena, mas não cai": Falaram isso olhando pra mim, só pode!



Texto por Renata Linard, 19 anos, estudante de Jornalismo e dona da página "O que Brotou das Dores".

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