terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Texto: Hipnose



Minha cintura tem a medida de tua mão. Meus olhos se erguem sutilmente para fitar o teu olhar boêmio, embriagado de mentiras. 
És pontual, moço! Acerta bem a hora de chegar e de ir (pra sempre), com cara de quem ainda volta, enquanto fico acenando! E eu, afogada e atemporal, não meço nada, além da distância de nossas bocas enquanto você toca aquela da Cássia...


Texto por Renata Linard, 19 anos, estudante de Jornalismo e dona da página "O que Brotou das Dores."

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